
Na madrugada de 17 de agosto, partiu a nossa colega Marta Rosales. Atenta, generosa e com um sentido de humor invejável, Marta ensinou-nos, com entusiasmo e sagacidade analítica ímpares, a entender o valor intrínseco das coisas, aquele que o capital não mede. Com ela aprendemos a importância de olhar atentamente como sapatos e jeans se arrumam com as recordações, expectativas e pesares de quem parte e sobre como a relação se estende para lá das coisas, com elas, através delas. À sua família, e em particular às suas filhas, um abraço fraterno, do tamanho do atlântico em torno do qual tanto trabalhou sua mãe.
